Notícias Fenafisco
Sexta, 12 Janeiro 2018 14:57

Diretoria do Sinfrerj-RJ é empossada

O novo presidente do Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Estadual do Rio de Janeiro, Pedro Diniz, e a diretoria eleita para o biênio 2018/2019, tomaram posse no dia 11 de janeiro, em cerimônia realizada no auditório da Sefaz-RJ.

A solenidade lotou o auditório e contou com a presença de autoridades, ex-presidentes do Sindicato, representantes de entidades classistas, funcionários e colaboradores.

Além do ex-presidente Geraldo Vila Forte e o atual Pedro Diniz, compuseram a mesa: Paulo Jobim (representante do vice-governador Francisco Dornelles), Luiz Cláudio Fernandes Lourenço Gomes (Subsecretário Geral de Fazenda), Adilson Zegur (Subsecretário da Receita) e Charles Alcântara (presidente da Fenafisco).

Fisco vai aumentar a fiscalização para coibir o uso de títulos públicos falsos para abater dívida tributária; prejuízo pode chegar a R$ 50 bilhões

BRASÍLIA - A Receita Federal vai intensificar as ações de combate a fraudes que usam títulos públicos falsos ou prescritos como crédito para abater o pagamento de tributos devidos ao Fisco. O órgão já detectou a falsa compensação de R$ 8 bilhões em tributos, um dinheiro que é de difícil recuperação, reconhece o coordenador-geral de Fiscalização, Flávio Vilela Campos. “É um valor muito alto. Se não atuarmos com força, isso cresce, vai se alastrando.”

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Apesar de o governo Michel Temer ter torrado bilhões visando cooptar os votos de deputados e pelo menos outros R$ 20 milhões em publicidade para tentar conseguir convencer a população sobre a necessidade da reforma da Previdência, nada menos que 66% dos brasileiros são contrários as mudanças nas regras da aposentadoria e dos benefícios sociais, como deseja o governo. O levantamento, feito pelo Instituto Paraná Pesquisas, aponta, ainda, que 62% da população considera a reforma desnecessária, contra 28,9% que afirmam ser preciso mudar o sistema atual.

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"Qualquer precipitação em relação às eleições atrapalha reforma da Previdência", declarou em entrevista ao programa 'Conexão Estadão'.

A crescente movimentação de partidos e políticos em torno das eleições de 2018 pode atrapalhar o avanço da reforma da Previdência, avalia o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-SP).

"O que não pode é aquele que tem papel relevante nas reformas antecipar o processo eleitoral", argumentou Maia. Questionado sobre se a declaração seria dirigida ao ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, o presidente da Câmara negou a indireta e afirmou que não tem "necessidade de mandar recado para Meirelles". "Não mando recado para o Meirelles; se tiver que falar, falo para ele", esclareceu.

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A reforma da Previdência segue extremamente impopular entre os brasileiros.

Levantamento inédito do Instituto Paraná mostra que 66% rejeitam as mudanças almejadas pelo governo.

A rejeição não é por desconhecimento: 80% população admite saber sobre o assunto.

Do ponto de vista das contas do governo, para 61,5% a reforma da previdência é desnecessária.

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Apesar do discurso público de otimismo, integrantes do governo já admitem que a reforma da Previdência pode não ser votada na semana de 19 de fevereiro, como foi marcado pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). O líder da maioria na Casa, Lelo Coimbra (MDB-ES), disse ao Poder360 que o governo tem até a 1ª semana de março para votar o texto na Câmara.

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